Competências Informacionais e Protagonismo Juvenil no Combate à Desinformação

Projeto de extensão voltado ao combate à desinformação e ao protagonismo juvenil em territórios vulneráveis do Distrito Federal

Apresentação

O projeto reúne competências informacionais, protagonismo juvenil e combate à desinformação em territórios de vulnerabilidade social do Distrito Federal.

A circulação de conteúdos falsos afeta de forma desigual comunidades com menor acesso a formação sobre uso crítico da informação. A proposta enfrenta esse desequilíbrio formando jovens como multiplicadores: em vez de campanhas pontuais, o projeto investe na capacidade de cada participante de verificar informações, produzir conteúdo responsável e orientar pessoas próximas.

Registrado no SIGAA sob o código PJ703-2026, o projeto integra as ações de extensão do departamento em 2026. O sistema identifica o professor Jonathan Rosa Moreira como coordenador.

  1. 01Desenvolver competências informacionais em jovens da educação básica e do ensino técnico.
  2. 02Formar multiplicadores capazes de conduzir atividades de checagem e de uso crítico da informação em suas comunidades.
  3. 03Produzir material de apoio sobre verificação de fatos, adaptado à linguagem e às redes usadas pelo público jovem.
  4. 04Articular escolas, organizações comunitárias e serviços públicos em ações conjuntas de enfrentamento à desinformação.

Informações do projeto

Situação

Em atividade

Período

Abril de 2026 a março de 2027

Registro no SIGAA

PJ703-2026

Área temática

Comunicação e direitos humanos

Unidade responsável

Departamento de Ciência da Computação

Coordenação

Jonathan Rosa Moreira

Equipe

Dois docentes do departamento, um profissional de comunicação e nove estudantes de graduação, entre bolsistas e voluntários

Modalidade

Atividades presenciais nas comunidades parceiras, com encontros de formação em formato híbrido

Parcerias

Escolas públicas, coletivos juvenis e organizações comunitárias das regiões atendidas

Desenvolvimento do projeto

O percurso formativo tem três etapas. Na primeira, as turmas trabalham conceitos de informação, fonte e evidência a partir de casos reais que circularam nas próprias comunidades. Na segunda, aprendem procedimentos de verificação e produzem conteúdo próprio. Na terceira, atuam como multiplicadores, conduzindo oficinas para colegas, familiares e vizinhos.

As atividades são desenhadas com os coletivos juvenis parceiros, o que garante que os exemplos discutidos correspondam ao que efetivamente circula nos grupos de mensagens e nas redes usadas pelos participantes.

Metodologia

Formação em três etapas — compreensão, verificação e multiplicação —, apoiada em casos reais dos territórios atendidos, com produção de conteúdo pelos próprios jovens e avaliação ao final de cada turma.

Oficinas de competências informacionais

Encontros semanais sobre fontes, evidências, vieses e circulação de conteúdo nas redes digitais.

Laboratório de checagem

Prática de verificação de conteúdos reais, com registro público dos procedimentos adotados pelas turmas.

Formação de multiplicadores

Preparação dos participantes para conduzir oficinas em suas escolas, famílias e organizações comunitárias.

Mostra de produções juvenis

Apresentação pública dos materiais criados pelos jovens ao final de cada ciclo de formação.

Público e abrangência

Público de interesse

Jovens de 14 a 24 anos matriculados na educação básica ou no ensino técnico, educadores das escolas parceiras e lideranças de coletivos e organizações comunitárias.

Local e abrangência

Territórios de vulnerabilidade social do Distrito Federal, com atividades em escolas e espaços comunitários e encontros de formação no Campus Universitário Darcy Ribeiro.

Resultados e produções

As turmas concluídas produziram guias de verificação em linguagem acessível, séries de conteúdo para redes sociais e um roteiro de oficina que permite às escolas repetirem a formação sem apoio direto da equipe. Os materiais são revisados a cada ciclo com base na avaliação dos participantes.

Formas de participação

Escolas, coletivos juvenis e organizações comunitárias interessados em receber a formação podem entrar em contato com a coordenação. A abertura de novas turmas ocorre no início de cada semestre, conforme a disponibilidade da equipe.

Estudantes de graduação interessados em atuar na condução das oficinas podem se candidatar às vagas de bolsista e de voluntário divulgadas pelo projeto.

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