Formação em Programação e Robótica no Distrito Federal
Projeto de extensão do CIC dedicado à formação em programação e robótica no Distrito Federal
Apresentação
O projeto “Formação em Programação e Robótica no Distrito Federal” leva o ensino de lógica de programação e de robótica educacional a escolas públicas do Distrito Federal, com atendimento simultâneo a estudantes da educação básica e a professores da rede.
A iniciativa parte de uma demanda recorrente das escolas parceiras: há interesse pelo pensamento computacional, mas faltam material adequado, formação específica e acompanhamento contínuo. O projeto responde a esse cenário com oficinas regulares, kits de robótica de baixo custo e formação continuada de docentes, de modo que as atividades permaneçam na escola depois do encerramento de cada ciclo.
O registro PJ233-2026 identifica a formação em programação e robótica como tema do projeto. O SIGAA informa que a coordenação está sob responsabilidade do professor Daniel de Paula Porto.
- 01Introduzir o pensamento computacional e a lógica de programação em escolas públicas do Distrito Federal.
- 02Formar professores da educação básica para conduzir atividades de robótica educacional de forma autônoma.
- 03Produzir e disponibilizar material didático aberto, adaptado à realidade das escolas atendidas.
- 04Aproximar estudantes de graduação em Computação da prática de ensino e da realidade da rede pública.
Informações do projeto
Situação
Em atividade
Período
Março de 2026 a fevereiro de 2027
Registro no SIGAA
PJ233-2026
Área temática
Educação
Unidade responsável
Departamento de Ciência da Computação
Coordenação
Daniel de Paula Porto
Equipe
Dois docentes do departamento, um técnico de laboratório e oito estudantes de graduação, entre bolsistas e voluntários
Carga horária semanal
12 horas de atividades com as escolas parceiras
Parcerias
Coordenações regionais de ensino de Ceilândia, Planaltina e Gama
Desenvolvimento do projeto
O trabalho é organizado em ciclos semestrais. Cada ciclo começa pela formação dos professores da escola parceira, avança para as oficinas com os estudantes e termina com uma mostra aberta à comunidade escolar, na qual as turmas apresentam os projetos construídos.
As atividades usam kits de robótica de baixo custo e ambientes de programação em blocos, com transição gradual para linguagem textual nas turmas mais avançadas. Todo o material produzido é publicado em licença aberta, para que a escola siga utilizando-o de forma independente.
Metodologia
Aprendizagem baseada em projetos, com encontros quinzenais nas escolas, mentoria de estudantes de graduação, registro de cada turma em diário de campo e avaliação ao final de cada ciclo por professores e participantes.
Formação de professores
Curso introdutório de 20 horas sobre pensamento computacional, uso dos kits e planejamento de aulas com robótica.
Oficinas nas escolas
Encontros quinzenais com turmas dos anos finais do ensino fundamental, conduzidos em conjunto com o professor da escola.
Clube de robótica
Grupo permanente de estudantes que dá continuidade aos projetos fora do horário regular de aula.
Mostra de encerramento
Apresentação pública dos protótipos ao fim de cada ciclo, aberta às famílias e à comunidade escolar.
Público e abrangência
Público de interesse
Estudantes dos anos finais do ensino fundamental e professores da rede pública de ensino do Distrito Federal, além de estudantes de graduação em Computação interessados em ensino e divulgação científica.
Local e abrangência
Escolas públicas de Ceilândia, Planaltina e Gama, com encontros de formação e a mostra de encerramento realizados no Campus Universitário Darcy Ribeiro.
Resultados e produções
Os ciclos anteriores resultaram em um conjunto de roteiros de oficina, em um guia de montagem dos kits e em relatórios de acompanhamento entregues às coordenações regionais de ensino. O material é revisado a cada ciclo a partir da avaliação dos professores participantes.
Formas de participação
Escolas públicas do Distrito Federal interessadas em receber as oficinas podem manifestar interesse junto à coordenação; a seleção considera a disponibilidade de professores para a formação e a existência de espaço adequado para as atividades práticas.
Estudantes de graduação em Computação e em licenciaturas podem integrar a equipe como bolsistas ou voluntários. As vagas são divulgadas no início de cada semestre letivo.
