Laboratório de Inovação Educacional (LAB_ie): um ecossistema de fomento à criatividade e ao aprendizado

Projeto de extensão voltado ao fomento da criatividade, da inovação educacional e do aprendizado

Apresentação

O Laboratório de Inovação Educacional (LAB_ie) reúne docentes, estudantes e profissionais da educação em torno de um objetivo comum: experimentar, avaliar e difundir práticas pedagógicas apoiadas por tecnologia.

O projeto parte da constatação de que boa parte das iniciativas de inovação educacional não chega à sala de aula por falta de espaço para experimentação acompanhada. O LAB_ie oferece esse espaço: um ambiente em que propostas são prototipadas com professores da rede, testadas com turmas reais e documentadas de forma que outras escolas possam reproduzi-las.

O projeto consta no SIGAA sob o código PJ124-2026. O registro identifica a professora Letícia Lopes Leite como coordenadora e apresenta o LAB_ie como um ecossistema de inovação educacional.

  1. 01Criar um ambiente permanente de experimentação de práticas pedagógicas apoiadas por tecnologia.
  2. 02Apoiar professores da educação básica e do ensino superior no desenho de atividades inovadoras.
  3. 03Documentar e publicar as experiências realizadas, de modo que possam ser reproduzidas por outras instituições.
  4. 04Envolver estudantes de graduação e de pós-graduação no desenvolvimento e na avaliação das propostas.

Informações do projeto

Situação

Em atividade

Período

Janeiro de 2026 a dezembro de 2026

Registro no SIGAA

PJ124-2026

Área temática

Educação

Unidade responsável

Departamento de Ciência da Computação

Coordenação

Letícia Lopes Leite

Equipe

Quatro docentes, dois técnicos em tecnologia educacional e dez estudantes de graduação e de pós-graduação

Modalidade

Atividades presenciais no laboratório, com encontros de formação também on-line

Parcerias

Escolas públicas do Distrito Federal e programas de pós-graduação da própria instituição

Desenvolvimento do projeto

O laboratório funciona em ciclos de prototipagem. Cada ciclo começa por uma escuta com professores parceiros, que trazem um problema concreto de sala de aula; segue com o desenho colaborativo de uma proposta; e termina com aplicação acompanhada, avaliação e publicação do relato.

As propostas envolvem recursos variados — do uso de dados educacionais à criação de materiais interativos — sempre com atenção ao que é sustentável na realidade da escola parceira. A equipe evita soluções que dependam de infraestrutura indisponível na rede pública.

Metodologia

Design participativo em ciclos curtos: escuta com os professores, prototipagem colaborativa, aplicação acompanhada em turma real, avaliação com participantes e publicação do relato em formato reutilizável.

Oficinas de prototipagem

Encontros mensais em que professores e estudantes desenham propostas pedagógicas a partir de problemas trazidos pelas escolas.

Residência pedagógica no laboratório

Período de imersão em que professores parceiros acompanham o desenvolvimento e a avaliação das propostas.

Seminários de inovação educacional

Encontros abertos com apresentação de experiências e discussão de resultados com a comunidade escolar.

Banco de experiências

Repositório público com os relatos, materiais e instrumentos de avaliação produzidos em cada ciclo.

Público e abrangência

Público de interesse

Professores da educação básica e do ensino superior, gestores escolares, estudantes de licenciatura e de Computação interessados em tecnologia educacional.

Local e abrangência

Laboratório instalado no Campus Universitário Darcy Ribeiro, com atividades em escolas parceiras do Distrito Federal e encontros abertos em formato on-line.

Resultados e produções

Os ciclos concluídos originaram relatos de experiência, instrumentos de avaliação de atividades mediadas por tecnologia e materiais de apoio à formação de professores. Todo o acervo é publicado em licença aberta e organizado por nível de ensino.

Formas de participação

Escolas e redes de ensino interessadas em propor um problema para um ciclo de prototipagem podem entrar em contato com a coordenação. Cada ciclo comporta um número limitado de propostas, definido no início do semestre.

Estudantes de graduação e de pós-graduação podem integrar a equipe como bolsistas ou voluntários, com atuação no desenho, na aplicação ou na avaliação das propostas.

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