Meninas.comp: inspirando e atraindo meninas para atuarem profissionalmente em Computação
O projeto Meninas.comp, é uma iniciativa de extensão que aproxima meninas da área de Computação
Apresentação
O Meninas.comp promove a aproximação de meninas de escolas públicas do Distrito Federal com a Computação e apresenta possibilidades de formação e atuação profissional na área.
Idealizado por professoras do departamento em 2010, o projeto responde à baixa presença feminina nos cursos de Computação: ainda que a área concentre boa parte das oportunidades de trabalho em tecnologia, as meninas raramente encontram na escola referências, atividades práticas ou informações sobre a profissão. As oficinas e as rodas de conversa do projeto atuam justamente sobre essa lacuna.
A edição de 2026 está registrada no SIGAA sob o código PJ007-2026, com coordenação da professora Maristela Terto de Holanda.
- 01Apresentar a Computação como possibilidade concreta de formação e de carreira para meninas da educação básica.
- 02Oferecer experiências práticas de programação, robótica e criação digital em ambiente acolhedor.
- 03Aproximar as participantes de estudantes e profissionais da área, que atuam como referências próximas.
- 04Acompanhar as egressas do projeto e apoiar seu ingresso no ensino superior.
Informações do projeto
Situação
Em atividade
Período
Março de 2026 a fevereiro de 2027
Registro no SIGAA
PJ007-2026
Área temática
Educação e direitos humanos
Unidade responsável
Departamento de Ciência da Computação
Coordenação
Maristela Terto de Holanda
Equipe
Três docentes do departamento e doze estudantes de graduação e de pós-graduação, entre bolsistas e voluntárias
Início do projeto
2010, com edições anuais desde então
Página do projeto
Desenvolvimento do projeto
As atividades são planejadas em conjunto com as escolas parceiras e ocorrem tanto nas próprias escolas quanto nos laboratórios do departamento. Cada turma percorre um percurso que começa por uma roda de conversa sobre carreiras em tecnologia e avança para oficinas práticas de complexidade crescente.
A condução das oficinas é feita majoritariamente por estudantes de graduação em Computação, o que aproxima as participantes de trajetórias reais e recentes. A equipe acompanha as turmas ao longo do ano e mantém contato com as egressas interessadas em prestar o vestibular.
Metodologia
Oficinas práticas em grupos pequenos, mediadas por estudantes mulheres da área, combinadas a rodas de conversa sobre carreira, visitas aos laboratórios e acompanhamento das participantes entre uma edição e outra.
Oficinas motivacionais
Encontros de introdução à programação e à criação digital, realizados nas escolas parceiras ao longo do ano letivo.
Rodas de conversa
Diálogos com estudantes, pesquisadoras e profissionais sobre formação, mercado de trabalho e permanência na área.
Dia da Computação
Visita das turmas ao campus, com atividades nos laboratórios e apresentação dos cursos de graduação.
Acompanhamento de egressas
Contato continuado com participantes que concluem a educação básica e manifestam interesse em cursos de Computação.
Público e abrangência
Público de interesse
Meninas matriculadas nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio da rede pública, além de professoras e professores responsáveis pelo acompanhamento das turmas.
Local e abrangência
Escolas públicas do Distrito Federal, com atividades presenciais também nos laboratórios do departamento, no Campus Universitário Darcy Ribeiro.
Resultados e produções
Ao longo das edições, o projeto acumulou material didático próprio, relatos de experiência apresentados em eventos da área e uma rede de escolas parceiras que se renova a cada ano. Parte das participantes ingressou em cursos de graduação em Computação e retornou ao projeto como monitora.
Formas de participação
Escolas públicas interessadas em receber as oficinas podem entrar em contato com a coordenação a qualquer momento do ano letivo. O agendamento considera a disponibilidade da equipe e a distribuição das turmas entre as regiões administrativas atendidas.
Estudantes de graduação e de pós-graduação podem integrar a equipe como bolsistas ou voluntárias; as vagas são divulgadas na página do projeto no início de cada semestre.
